ABOUT ME 
name :gong mizi
age :25
pronouns :she/her
sexuality :bisexual
zodiac :leo

É muito animada, alegre e ri de coisas bobas. Tem suas inseguranças, principalmente em relação ao próprio desempenho. É bem menos que na infância, mas ainda possui traços de perfeccionismo.

TRIGGER WARNINGS: Bullying, menção de violência física (não explícita), traumas/eventos traumáticos.Vinda de uma família bem rica, Gong Mizi sempre esteve acostumada com o bom e melhor. Sua avó é a famosa atriz coreana Jeon Nahre, já vencedora de grandes prêmios como o Globo de Ouro e famosa por ter sido indicada várias vezes ao Oscar, apesar de jamais ter ganhado. Isso virou um grande marco na carreira dela e sua maior frustração da vida, uma que atrapalhou o resto de seus anos e refletiu em toda a sua família. Mesmo há anos morando na França, super afastada dela e de seus pais, mas deixou cicatrizes profundas que afetaram a vida da própria garota. Para começo de conversa, Mizi nunca teve uma boa relação com os seus pais. Seu pai, filho de Nahre, era um perfeccionista rigoroso que reagia com frieza diante de não ter o que queria. Toda vez que ela errava em algum lugar, recebia tratamento de silêncio dentro de casa. Sua mãe, apesar de não ter sido criada nesse mesmo regime, era ainda mais rígida que o pai. Ela tinha uma necessidade enorme de perfeição e cobrava a filha até os ossos do mesmo desde muito novinha. As duas precisavam ser perfeitas o tempo inteiro. Uma família de comercial de margarina – ao menos nos olhos dos outros.Com isso, não é difícil imaginar que a infância e a juventude de Mizi não foi nada tranquila. Ela vivia sob estresse constante, a ponto de ter começado a ter perda de cabelo e de peso em grande escala no ensino fundamental. Quando pré-adolescente, precisou usar peruca por alguns anos e isso acarretou no óbvio: bullying. E não foi nada leve. Ela tinha sua peruca roubada, sua mochila revirada, a carteira escrita com frases horríveis. Tudo isso estudando numa escola de elite. Não exatamente preocupados com a saúde da filha, os pais deixaram isso acontecer até o dia que um desses eventos foi longe demais e acarretou num “acidente”. Ao menos foi escrito assim nos registros. Mas agora, Mizi tinha ganhado cicatrizes permanentes no seu corpo e uma dificuldade de fala. Para evitar vergonha na família, foi mandada para a casa dos avós na França e ali passou seus dias até a vida adulta.Apesar de ter muitos traumas de viver com os pais, viver com a avó foi diferente. Era uma casa o triplo do tamanho da dela, cheia de empregados. A avó no começo era muito quieta, mal interagia com ela. Ao menos de início. Depois de um ano a história começou a mudar. Encontrava a vó pessoalmente no jardim interno todos os dias, no mesmo horário. Passou a notar isso nas primeiras semanas, quando visitou o lugar nessa hora por acidente. Após uns meses, começou a frequentar para ficar quieta e distante da idosa. Dentro de cerca de cinco meses dessa rotina, ouviu a primeira palavra da avó dirigida para si. “Pode chegar perto”. Num tom delicado, nada mandão ou irritado. Isso pegou ela de surpresa, ainda mais por sequer achar que a senhora a notou ali ao lado. Mas de pronto, ela obedeceu. E a partir daí, uma relação muito especial começou a se formar. Não demorou muito para Mizi se tornar a confidente pessoal de Nahre, as duas se tornando grudadas de maneira bem rápida. Nisso, Mizi descobriu muitas coisas sobre a senhora. Suas dores, frustrações, a criação do pai. Como ela ficou deprimida quando ele era uma criança e acabou se afastando, mas jamais foi a carrasca que ela pensou ser. Inclusive, quem pediu para acolher a neta foi a própria Nahre. Ela sentiu empatia ao ouvir sobre o que lhe aconteceu e quis fazer algo por ela, qualquer coisa.Nahre era tão traumatizada quanto Mizi e as duas encontraram conforto juntas.Começou a faculdade na França quando a avó adoeceu e enfraqueceu. Logo ela trancou o curso para cuidar dela o máximo possível e, de pronto, os pais apareceram. Ao estar próxima deles de novo, ela ficou ansiosa. A pedidos dos pais, Nahre aceitou voltar para a Coreia do Sul e Mizi iria junto de qualquer forma. Mas claro, jamais na casa dos pais novamente. Pediu transferência para a universidade em Yongsan, onde ficava a casa de veraneio da família e o único lugar que Nahre topou morar nesse tempo. Mesmo morando separado, a única pessoa que podia entrar no quarto de Nahre a hora que quisesse era Mizi e ninguém mais. Isso causou raiva e ciúmes por parte dos pais, mas não se importava. Não quando tinha um apartamento novo e em paz, apenas com a visita diária à avó. Foi aí que Mizi foi parar na Yongsan Central Park, os apartamentos de luxo pagos pela avó, não longe do hospital (e da casa) e a caminho da universidade. Arrumou um emprego na Molly's, o mais próximo que tinha de sua diplomação quando ainda não tinha permissão para excercer, apenas para ter dinheiro próprio.Ela continua em pé de guerra com os pais, dando o máximo de atenção à avó e cuidando da própria vida. Recém-mudada ao apartamento, ainda está se adaptado a morar sozinha de fato, mas está feliz com o pouco que está conquistando e esperando por mais.

THINGS I LIKE 
music :zara larsson
books :frankenstein
movies :the menu
hobbies :drawing
  • ela tem uns problemas pra falar e faz fonoaudióloga pra ajudar, mas quando tranquila se comunica bem.

  • costuma ficar nervosa quando conhece gente nova.

  • tem cicatrizes bem profundas atrás do pescoço, na nuca, de queimaduras de terceiro grau. ela deixa escondido pelo cabelo sempre e raramente o corta por isso.

  • ela gosta muito de ler e já quis ser escritora.

  • tem uma tatuagem do nome da avó no quadril.

  • apaixonada por animais, mas seu favorito é o cavalo.

  • ela é ambidestra.

  • é filha única, mas vê sua avó como sua figura parental.

  • gosta de cantar apesar dos problemas de fala. está tentando se tratar logo pra conseguir o fazer mais tranquilamente.

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pode me chamar de yuri, yu ou denji. atendo por todos os pronomes mas prefiro ele/dele e sou +25.dito isso, eu não jogo tema sensível e me incomodo sim com flertes vindos de ooc menor de idade ou ic -21. prefiro sempre evitar pois me deixa desconfortável. peço respeito nisso, por favor. caso tenha assuntos pessoais contra mim em ooc peço que me mute/não interaja e não traga isso para dentro do jogo, pelo bem da comunidade como um todo. não quero ficar me dando ao trabalho de ficar procurando um por um pra evitar. meus gatilhos são capacitismo, violência relacionada à homofobia e transfobia, escatologia (visual e descrita explícita) e maus tratos aos animais (visual e descrita). peço que evitem esse tipo de assunto/imagem perto de mim e perto dos meus personagens. prefiro sempre conexões mais naturais entre os personagens, então as delas são bem breves. mas se tiver alguma ideia posso adicionar! sou mais rápido e interativo no discord que na dm. às vezes demoro um pouco para responder em geral por causa da vida off e peço um pouco de compreensão quanto a isso. sempre darei preferência aos turnos, amo jogar e gosto de jogar tudo. deixo em headcanon quando não tem outra opção. e não consigo jogar à noite, prefiro sempre jogar cedo durante o dia para não me cansar. mizi não possui endgame e está aberta para esse tipo de plot com ressalvas. prefiro evitar fechar relacionamentos sem muito embasamento, aquele famoso "do nada". sou do time do slowburn e também gostaria de ter um background bom entre os personagens antes de fechar relacionamento entre eles - além de conversar um pouco em ooc para ter certeza. coisa minha mesmo. mizi é uma personagem fictícia e suas ações não condizem nada sobre mim em ooc. ela é tranquilo, mas somos pessoas diferentes no fim. converse sempre comigo em qualquer caso! não sinta medo de me comunicar por qualquer motivo que seja. estou aberto a te ouvir e conversar em qualquer momento, é melhor pra mim que receber reclamação dos mods depois. sempre busque me comunicar caso tenha algum incômodo. de resto, é isso!